Novos textos!

O texto Os Seis Modos de Ser do Hipertexto de Alice Van der Klei foi traduzido pelo aluno Andrette Ferraz e já está disponível na seção Textos. Clique aqui para ir até lá.

Cronologia do Impresso

Segundo Roger Chartier, a evolução do impresso se deu da seguinte forma, na história da humanidade. Clique em uma data para exibir as informações referentes à mesma:

Século VI a.C.

Século II

Séculos III e IV

Século V

Século VIII

Século IX

Século XI

Século XII

Século XIII

Século XIV

Século XV

Século XVI

Século XVIII

Século XX

Edição Eletrônica – O Que É Edição?

Uma experiência de reedição:

Com a finalidade de inaugurar a recém-implementada Ênfase em Edição no bacharelado de Letras da UFMG, bem como visando pôr em prática o conhecimento adquirido na disciplina Estudos Temáticos de Edição: o meio impresso e o eletrônico, concebemos e realizamos, sob a coordenação da Profª. Sônia Queiroz, esta reedição, revista e atualizada, de O que é editora, de Wolfgang Knapp — a primeira desde sua publicação pela Editora Brasiliense, em 1986.

Para materializar nossa pesquisa em forma de livro, recorremos às Publicações Viva Voz, editora-laboratório que desde 1994 tem se dedicado à publicação de cadernos contendo trabalhos de professores e estudantes da Faculdade de Letras da UFMG.

Cientes da presença e importância, cada vez maiores, dos meios eletrônicos na contemporaneidade, também elaboramos uma edição virtual, que disponibilizamos para download aqui, no Impresso & Eletrônico.

Buscando atualizar o conteúdo da edição, algumas alterações foram feitas no corpo do texto: décadas e séculos referenciados na data da primeira edição foram explicitados (assim, no lugar de século passado, utilizou-se século XIX); valores monetários dados em cruzeiros foram convertidos para reais; informações sobre direitos autorais foram atualizadas, de acordo com as mudanças da lei 9610, de 19/02/1998. Com este foco, também optamos por acrescentar meios de comunicação recentes (DVD, CD-ROM, Internet) junto às referências às mídias comuns à época da primeira edição (videocassete, cassetes de som). Visando enriquecer a compreensão do texto, foram também acrescentadas algumas poucas notas explicativas.

Uma vez que o foco do texto são editoras de livros impressos, e como os avanços tecnológicos que presenciamos nestes últimos vinte anos ainda não provocaram mudanças realmente substanciais quanto aos meios de produção e distribuição desse campo, decidimos não reelaborar o último capítulo, “O futuro das editoras”.

Para não perder de vista a importância da primeira edição deste livro, incluímos, como apêndice, informações sobre a Editora Brasiliense e sua Coleção Primeiros Passos, bem como uma breve e atualizada biografia do autor.

Esperamos ampliar o conhecimento dos leitores em relação a este processo que, nas palavras do autor, “intervém em quase todas as atividades humanas”: a edição de livros.

Os editores.



A versão para impressão está aqui.

A versão eletrônica está aqui.

Novos links!

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Novos Lançamentos!

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Do Codex À Tela

Linha do Tempo

Tipo de
Suporte

Século
Referência

Codex Manuscrito II Fortemente ligados às comunidades cristãs. Desde o século II todos os manuscritos da Bíblia e literatura litúrgica são encontrados em forma de códice.
V Apenas a partir do século V ultrapassa 150 folhas.
XII Criados com função não de serem lidos, mas de guardar e registrar os textos. A função de ser lido surge para o códice apenas no século XII, com o surgimento das universidades. A maior parte da população tinha contato com texto oral ou oralizado, a leitura silenciosa era restrita aos monastérios.
Codex Impresso XI-XIII Desde o século XI, já havia no Oriente, caracteres móveis para imprensa, feitos de terracota. Os de metal surgiram no Leste no século XIII. Contudo, o tipo de impressão de maior sucesso foi feito pelo processo de xilogravura, pois a escrita oriental não é alfabética.
XV No século XV, os tipos móveis são criados na Europa por Guttemberg.
XVI Até o século XVI, os livros impressos buscam imitar a forma gráfica dos livros manuscritos.
XVIII Copyright aparece pela primeira vez no século XVIII.
Tela XX No século XX, surge a possibilidade de digitalizar textos e disponibilizá-los em meio eletrônico

Codex Manuscrito: Ganhos em relação ao rolo: facilidade de manipulação e localização de textos, possibilidade de escrever e ler ao mesmo tempo pois libera uma das mãos.
A leitura é do tipo intensiva (uma obra lida de cada vez, por completo).
Cria a associação entre formato e gênero.

Codex Impresso: É mantido o formato de filhas dobradas e costuradas em cadernos. Permite grande aumento da circulação dos textos.

Tela: Muda o suporte, a organização e a estruturação (busca, leitura) dos textos, que se tornam de imateriais, passíveis de infinitas manipulações e perdem a noção total de tamanho.

Tabela produzida por: Ana, Andrette, Larissa, Maria Amélia, Natália e Sylvia.

Novos Lançamentos!

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Conservação de Livros

Toninho, encadernador das Publicações Viva Voz, realizou o trabalho de conservação do exemplar do livro O Que É Editora que usamos para nortear nosso trabalho de reedição. Acima, um vídeo mostrando o processo de conservação da capa. Abaixo, uma seqüência de slides mostrando momentos do processo de conservação como um todo.

O trabalho de conservação de livros é um dos inúmeros trabalhos que nós, ligados à Edição, podemos realizar.

conservação do exemplar de \

“Por uma Memória do Livro, da Vida e do Ofício” de Jerusa Pires Ferreira

“O projeto foi desde sempre um laboratório, em que se pudessem reunir e processar os relatos de algumas importantes experiências profissionais a serem colocadas nos matizes de suas práticas, nos seus erros e acertos, impasses e ousadias. Partimos de uma ausculta definida e dirigida. Não aquela que, por sua vez, se faz em eventos, em convites episódicos a profissionais de edição, e de que se retêm apenas eventuais fragmentos, como disse na introdução ao primeiro dos nossos livros da série Editando o Editor, Jacó Guinsburg. Aliás, o título expressivo para batizar a experiência foi encontrado juntamente com ele. Ali, decidimos que aos depoimentos destes profissionais viria reunir-se o exercício dos estudantes, sem hierarquias de pesquisas (mestrado e doutorado) e de graduação: “O de escutar, gravar, selecionar e, finalmente, editar o pensamento nuclear de cada um desses profissionais, respeitando o fluxo de seu discurso, seu ritmo próprio, seus saberes peculiares, suas formas de expressar a vida, experiência, trabalho”…”

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Download do Texto “O Fim do Livro”

O links para download do arquivos já se encontra disponível na Sessão de Download.