Surge a noção de copyright: obras como um ato criador individual.
Na Inglaterra, das edições elisabetanas, rudimentares e compactas, passa-se às que adotam as convenções clássicas francesas: os recortes em atos cenográficos tornam-se visíveis, restituindo ao texto impresso algo da ação teatral.
Toma parte uma “revolução da leitura”, em razão do crescimento da produção de livros, a multiplicação e transformação dos jornais, o sucesso dos pequenos formatos, a redução do preço de livros e a proliferação das sociedades de leitura como as bibliotecas de empréstimo.